maçaChega um momento na vida em que a gente precisa aprender que mesmo lutando bravamente e se esforçando até a última gota de suor e não necessariamente nosso esforço vai ser recompensado com o que esperávamos.
Que muita vezes para ter o que queremos ter, temos que aprender o valor daquilo que queremos.

Chega um momento da vida que a gente tem que entender que as pessoas não mudam porque a gente quer, a gente pode insistir, ajudar, cooperar até a paciência acabar, mas as pessoas vão persistir naquele existencialismo que não concordamos.
Que, normalmente, as pessoas só entendem o que queríamos dizer quando paramos de repetir e as coisas passam a fluir naturalmente apenas quando a gente para de empurrar.

Chega um momento em que temos que aceitar que nem todos precisam ser nossos melhores amigos, amigos ou, sequer, querer conviver com a gente. Cada um tem a liberdade de se abrir com quem quer.
Que tem gente que simplesmente não merece nossa companhia e, por isso mesmo, elas escolhem por não tê-la.

Chega um momento da vida em que precisamos compreender que tem coisas que nunca vão mudar, existem coisas que a solução vai além das nossas ações e forças. E que sofrer por aquilo só vai desgastar seu dia e sua paciência.
Que o mundo nunca será um paraíso, mas que sempre vale a pena fazer nossa parte.

Chega um momento em que que perceber tudo isso, não quer dizer que você realmente tenha entendido.
Que todas essas informações devem ser absorvidas e analisadas diariamente, num período longo e dedicado.
Vai ser dolorido, muito dolorido entender tudo isso. Isso se você conseguir…

Se esse dia chegar, meu amigo, se prepare, que a vida acabará por se tornar uma leveza e uma felicidade sem tamanho.
Os dias difíceis chegarão novamente, não se iluda, mas sua certeza que o ciclo natural da vida gira e num outro momento tudo vai ficar bem novamente, tornará esses dias muito mais fáceis.

Por muitos momentos vamos esquecer dessas palavras ainda, mas a vida sempre proporciona alguém que vai nos lembrar de tudo isso, e as coisas vão acabar voltando a fazer sentido…

Lila Carvalho

Dentre várias manias estranhas, uma delas é observar. Observar qualquer coisa!

Às vezes, quando eu estou extremamente bem, eu gosto de ficar sozinha e por vezes eu sento em algum lugar público e paro para observar o ambiente. Como as pessoas se portam, como elas discretamente jogam o lixo no chão, ou como elas se comunicam intimamente em casal ou com um amigo. Observo também o comportamento dos meus amigos. Vejo qual tom de voz usam quando estão bem, que tipo de coisa eles fazem quando estão mal e até quando eles estão furiosos com qualquer coisa que seja, isso previne que eu tenha pequenos atritos, ou socorra alguém a tempo.

Dentre vários comportamentos, tem um que me chamou atenção: o auto-sabotamento.

Parece loucura, mas tem muita gente por aí que reclama com veemência da vida, dizendo que simplesmente não consegue ser feliz: o emprego é ruim, o companheiro não me trata bem, aquela minha amiga sempre fura quando preciso dela, minhas contas não param de aumentar, e etc. Entendo perfeitamente que a vida é feita de problemas superáveis e que nem tudo são flores, vitórias ou festas. Sempre tem AQUELA semana em que tudo parece dar errado e a vida dá rasteira em tudo o que planejamos. Todo mundo tem dias terríveis. Acredite, todo mundo!

Sobre o que eu quero tratar, é quando esse mal humor, pessimismo e os problemas tornam-se rotina. E as pessoas terminam por concluir que a vida deve ser feita de problemas e de lamúrias. Por muitos momentos, a gente (usarei o nós, pois também faço isso) enfia o pé na lama meio que propositalmente. Se aproxima de pessoas que não valem a pena, permanecem em empregos medíocres por achar que a vida é assim mesmo, ou começa um relacionamento claramente falido com a simples ideia de que, não merecemos a plena felicidade. E aí, meus amigos, está o auto-sabotamento.

Conheço gente que se recusa a assumir riscos por uma carreira promissora, e consequentemente, financeiramente estável, por medo de sei lá o quê. (Eu até suspeito, mas não entremos nesse tópico por enquanto.) Outros, só se envolvem a longo prazo com pessoas que tem escolhas de vidas opostas e se permitem apaixonar perdidamente por alguém que nunca vai concordar com suas escolhas, o que resulta num relacionamento fadado ao fracasso. E tem outros que reclamam pela falta de dinheiro, mas não abrem mão duma cerveja todos os dias, do jantar naquele restaurante caro, ou daquela roupa de marca que, desculpe-me quem se ofender, não acrescenta em nada a personalidade, capacidade ou vida de qualquer um.

Faz-me rir, né?

Não estou dizendo que é fácil perceber ou evitar a auto-sabotagem. Eu sofro mês após mês com meu “liseu”, por culpa do meu descontrole com um cartão de crédito na mão. Eu só sugiro que aprendamos a reconhecer o que queremos em nossas vidas e empenharmos arduamente nisso. Hum… Difícil, né? Acho que um bom começo seria reconhecer o que NÃO queremos para nossas vidas e trabalhar nossos comportamentos e escolhas em cima disso.

De que adianta, querer um namorado que não tenha crises de ciúmes, se você vive com aquela sainha e pendurada no pescoço daquele seu amigo que sempre deu, e sempre dará, em cima de você?

Adianta muito você sonhar com aquela super viagem, se você não se organiza para juntar a grana para tal?

Muito te serve sonhar com aquele salário, se você nunca se esforça um pouquinho mais no trabalho para se destacar ou conseguir um cargo um pouco melhor?

Muita gente reclama do que tem agora, mas não percebe que tudo o que acontece ao nosso redor são resultados de pequenas escolhas diárias que fazem. Independente em que área de sua vida você está infeliz. Tudo que nos acontece tem, no mínimo, 50% de nossa culpa. E, veja bem, estou sendo gentil, porque normalmente eu acredito que a porcentagem de culpa é muito mais próxima dos 100% do que a gente gostaria.

Agora a pergunta que eu te faço é a seguinte: Hoje, você escolhe se levantar e construir sua felicidade? Ou prefere ficar aí reclamando de qualquer coisa?

Uma vez um certo sábio me disse: Para ser feliz, você não precisa querer, você só precisa SER. 🙂

Palavra de reflexão do dia: medo.
Medo, “Sentimento de viva inquietação ante noção de perigo real ou imaginário, de ameaça; pavor, temor.” (Aurélio)

Acrescentaria receio que temos frente às situações das quais não sabemos o resultado final, temor pelo desconhecido, pelo que estamos prestes a enfrentar. É fácil perceber alguns graus desse estranho e rejeitado sentimento: desde o simples receio do ruim, até o pavor que pode chegar a paralisar qualquer um.

Tudo na vida tem sua incógnita. Sempre que seguimos em qualquer direção que seja, teremos uma diversidade de possibilidades ao que vai acontecer, mesmo que seja as possibilidades do “sim” ou do “não”, e a partir da dúvida pode surgir o medo, mas o que fazer com isso?

O sentimento por si só, nada pode causar, mas o que fazemos com ele, é o diferencial entre as pessoas.

Podemos, inicialmente, ficar paralisados, mas de que serve a inércia?
Podemos seguir na direção contrária do sentimento, iniciar uma negação total da situação, e jamais encarar os fatos nem lidar com tudo isso.
Ou, podemos encarar tudo, e enfrentar o que nos assustava. Circunstância tal que pode ser algo muito menos preocupante do que imaginávamos.

Na natureza pura do sentimento, não temos algo realmente bom, mas sempre podemos transformar a circunstância em algo positivo e extrair o melhor daquilo, como quem trabalha com o veneno à procura da cura, mesmo não sendo um trabalho simples, mas o resultado pode ser muito valioso frente à vida futuramente.

No momento do susto (medo instantâneo) o corpo libera uma quantidade enorme de adrenalina. Use isso pra correr, ou pra levantar um trem, mas não deixe todo esse potencial que seu corpo te proporcionou nesse momento tão delicado. Foque, e dedique-se. O seu medo pode ser seu aliado, se você souber trabalhar com ele, ou seu maior inimigo, mas tudo isso depende apenas de você.

Você tem no mínimo dois caminhos, fugir ou seguir. E aí? Qual vai ser o de hoje?

“O primeiro senso é a fuga.
Bom, na verdade é o medo,
Daí então, a fuga.”

Procuro pela Lua Crescente, pela eterna necessidade de vê-la.
Como um enamorado que encara a face da sua amada.
Vendo-a percebi algumas mudanças no ambiente.
As mudanças só são perceptíveis aos que se ausentam.
A Lua me perdoou pela minha ausência justamente porque sabia da foto escondida debaixo das roupas, que eu a admirava secretamente todos os dias, que eu a louvava por ser bela, mas a minha maneira.
Da mesma maneira que eu a perdoo por desaparecer nos dias de chuva.
Jamais conhecerei um sorriso como dessa Lua Crescente.
E que a Lua Cheia não me traga grandes mudanças…

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Infelizmente, não há o que entender. Boa noite!

LilaCarvalho

Não tente me provocar, a sua raiva não me aborrece, só me preocupa, porque a raiva vai adoecer você…
Não procure me ofender, eu cresci o bastante pra não ter mais dúvida sobre mim mesma.
Não me chame pra briga, que eu não vou atender.
O meu tempo é precioso e nele não cabem desavenças.
Se você não gosta de mim e quer brigar, eu entendo, mas não conte comigo.
Eu estou ocupada sendo feliz.
Se você gosta de mim e quer brigar, eu não entendo, mas aceito…
Só presta atenção pra não me magoar. Isso, sim, me entristece.
Vamos deixar disso, então.
Já briguei muito, já magoei, já ofendi…
Mas não fiquei nem um pouquinho melhor com isso.
Venho me curando da vontade de brigar, desde que aprendi a calar.
Então, se você gritar, só vai escutar o meu silêncio.
Se seguir ofendendo, eu me retiro.
Se insistir na raiva, que pena…
Só você vai sofrer.
Ok, pode dar a última palavra, ganhe a disputa!
Eu não me importo de ceder a vez.
Eu escolho viver em paz.
Vamos deixar disso, então?

(Lena Gino)

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Você quer permanecer na minha vida? Aqui está o manual básico.

Você não quer permanecer na minha vida? Aqui está o manual básico.

Não finjo, não iludo, não escondo o jogo, pois não sinto necessidade de nada disso. Minhas cartas estão sempre abertas pra quem quiser roubar, no final das contas a única pessoa que perde é você mesmo. E boa sorte em todo o resto, pois nesse aqui não há que se falar em retorno, na melhor das hipóteses em recomeço.

Lila Carvalho

‎”O amor ideal somente é forjado entre duas pessoas sinceras, maduras e independentes. A chave está esforço interior de polir estes atributos… O amor verdadeiro não é duas pessoas dependendo uma da outra;somente pode ser forjado entre duas pessoas seguras de sua individualidade.” Daisaku Ikeda

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As pessoas têm a crença de que o outro deverá viver para e pelo relacionamento. Com a ideia errônea de que temos posse dos seres, sendo que, na realidade, nunca teremos posse, sequer, de nós mesmos, o que dirá de outras pessoas?

A partir dessa mentalidade, surgem os ciumes descontrolados, as desconfianças e a falta de esforço para impressionar o outro todos dias, que é como se deve sustentar a relação.

As pessoas creem que prender uma pessoa é a melhor forma de mantê-la por perto, mas está totalmente errado. Eu comparo as pessoas aos felinos, pois os dois têm total liberdade de ir e vir, mas permanecem pelo simples desejo de permanecer.

Se você não dá ao seu gato conforto, alimento e carinho, ele poderá encontrar em outra casa nas suas andanças pelo mundo. Com o ser humano funciona do mesmo jeito. De nada adianta prender a pessoa o gato, pois quando ele se soltar das amarras, vai procurar um lugar melhor pra morar, uma companhia melhor pra acalentar.

Uma coisa tão óbvia e tão simples que a gente raramente para pra observar…

Esta citação me fez ter a certeza de que jamais devemos procurar o amor, ao contrário, que devemos nos preparar para quando um alguém nos apresentar o amor. Saber receber e viver o amor é a melhor maneira de conviver com as pessoas.

Lila Carvalho

A paixão que movimenta meu ser pra qualquer coisa que eu faça é a mesma que me movimenta até você.

É inevitável imaginar como seria. Principalmente por eu ter certeza de ser praticamente impossível a concretização dessa paixão que insiste, mas ao mesmo tempo não existe.

O tempo, ladrão de toda eternidade, me roubou essa possibilidade.

O tempo me roubou todas as chances de poder viver ao seu lado, como tínhamos planejado aquele dia.

De viajarmos pra aquela praia onde o vento sopra forte e as ondas lambem a areia com paixão e vivacidade.

De passarmos o feriadão na livraria, ou na praia, ou no bar, ou na cama, ou em qualquer outro lugar.

Verdade seja dita que eu tenho pensado muito em você, não por estar apaixonada, mas provavelmente por eu estar precisando de alguém semelhante a você e de preferência que seja completamente diferente.

Não tenho medo desses pensamentos, desses sonhos acordados. Afinal, você não corresponde ao que eu faço em sua direção.

Aliás, você nem percebe que o que eu faço é pra você. Melhor assim! Porque se você percebesse, provavelmente incitaria pra que eu acreditasse em algo que não existe. E meu coração minha cabeça não suportaria isso. Não mesmo!

Então eu faço essas declarações vazias de nome e enxertadas de todo o meu sentimento. Você nunca vai ler isso mesmo, ou será que vai? rs

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Um post muito, mas muito confuso. Não sei ao certo pra quem estou falando.  Talvez prum alter-ego que não conheço, ainda.  rs Paixão que me move sem necessidade de quem me mova, além de mim mesma.

Lila Carvalho