Palavra de reflexão do dia: medo.
Medo, “Sentimento de viva inquietação ante noção de perigo real ou imaginário, de ameaça; pavor, temor.” (Aurélio)

Acrescentaria receio que temos frente às situações das quais não sabemos o resultado final, temor pelo desconhecido, pelo que estamos prestes a enfrentar. É fácil perceber alguns graus desse estranho e rejeitado sentimento: desde o simples receio do ruim, até o pavor que pode chegar a paralisar qualquer um.

Tudo na vida tem sua incógnita. Sempre que seguimos em qualquer direção que seja, teremos uma diversidade de possibilidades ao que vai acontecer, mesmo que seja as possibilidades do “sim” ou do “não”, e a partir da dúvida pode surgir o medo, mas o que fazer com isso?

O sentimento por si só, nada pode causar, mas o que fazemos com ele, é o diferencial entre as pessoas.

Podemos, inicialmente, ficar paralisados, mas de que serve a inércia?
Podemos seguir na direção contrária do sentimento, iniciar uma negação total da situação, e jamais encarar os fatos nem lidar com tudo isso.
Ou, podemos encarar tudo, e enfrentar o que nos assustava. Circunstância tal que pode ser algo muito menos preocupante do que imaginávamos.

Na natureza pura do sentimento, não temos algo realmente bom, mas sempre podemos transformar a circunstância em algo positivo e extrair o melhor daquilo, como quem trabalha com o veneno à procura da cura, mesmo não sendo um trabalho simples, mas o resultado pode ser muito valioso frente à vida futuramente.

No momento do susto (medo instantâneo) o corpo libera uma quantidade enorme de adrenalina. Use isso pra correr, ou pra levantar um trem, mas não deixe todo esse potencial que seu corpo te proporcionou nesse momento tão delicado. Foque, e dedique-se. O seu medo pode ser seu aliado, se você souber trabalhar com ele, ou seu maior inimigo, mas tudo isso depende apenas de você.

Você tem no mínimo dois caminhos, fugir ou seguir. E aí? Qual vai ser o de hoje?

“O primeiro senso é a fuga.
Bom, na verdade é o medo,
Daí então, a fuga.”