Os meus sonhos, percebo-os como películas criadas de maneira aleatória e improvisada.

Roteirista? Minhas vontades, sentimentos e qualquer coisa que pode ser chamada de esperança ou sonho. Ou qualquer coisa que eu tenha vontade de fazer e não possa, como beber nos últimos dias…

Diretores? Minha criatividade e subconsciente. Deste último, não faço a menor idéia do que esperar. Do primeiro, bem, ele é travesso, mas previsível pra mim e para os outros.

Espectadores? Ninguém. Às vezes nem eu mesma sei deles, e às vezes me vêm flashs sem razão ou motivo…

Enredo? Normalmente não tem sentido algum, mas porque haveriam de ter?

Alguém se arrisca qual será a próxima sessão? Talvez um filme de terror, ou um conto de fadas… Quem vai saber!

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Breve interpretação de um poema que fiz com mesmo título. Mas bem mais confusa…

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