novembro 2010


A liberdade que sinto nas palavras bem que podiam ser refletidas na vida real, mas é lógico que isso é impossível!

As palavras nos permite sermos qualquer coisa. Até uma adolescente chorosa que sonha com aquele amor, que sabe-se lá o que vai acontecer com ele!

Apesar de tudo me sinto bem, porque sei que as coisas, mesmo imperfeitas, terminarão bem. Se bem que ainda não sei bem se terminaram. Mas eu tenho certeza que está tudo bem! 🙂

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Porque você tem que lembrar? Principalmente pela distância que existe entre nós.

Quando eu penso em você eu sinto um misto de saudade e decepção, de amizade e querer mais, de você e de mim.

Outro dia reli aquela carta que te mandei. Sim, eu tenho uma cópia dela. Eu tive a sensação de que era melhor que você quando a li, talvez eu tenha razão.

Olhando um pouco a história, percebi uma linha, onde eu podia realmente ter feito alguma coisa, onde eu simplesmente podia ter perguntado: “E se eu estivesse só?”, a sua resposta poderia ter mudado tudo.

Minha atitude poderia ter mudado tudo.

Ao invés disso, preferi jogar com o impossível, e admirar a beleza das possibilidades de longe, ao invés de ter vivido elas.

Me arrependo de não ter feito a pergunta certa, e ao mesmo tempo me arrependo de não ter mudado nada. Quem sabe o seu medo do futuro simplesmente não teria feito tudo desabar?

Quem sabe a distância não teria estragado tudo?

Quem sabe de alguma coisa?

Sinto que seus pensamentos não se acabaram, e que a saudade persiste em bater à nossa porta, mas a nossa unica opção é aceitar as coisas que a vida nos destinou. E vivê-la de maneira plena.

Eu sei que você está feliz. Eu sei que estou feliz. Mas a saudade do que não aconteceu mata, né? O desejo de ter tido uma atitude diferente dói de mais!

Mas não temos outra escolha! Não temos escolha!

A não ser, olhar o passado com saudade, e o outro que deveria ser nós com inveja, mas uma inveja saudável, daquelas que diz:

” Não erre como eu errei. E faça essa pessoa, a quem tenho tanto apreço, feliz! Só me faça esse favor…”

Ter certeza que isso acontecerá, mesmo sem eu dizê-lo, me deixa muito feliz!

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Começo hoje uma jornada infinita na mente humana. Estou oficial deixando de participar das discussões com uma certa pessoa (a quem chamarei carinhosamente de Lucíola), para simplesmente observá-la e estudá-la dentro da sociedade que a circunda.

Farei do meu blog pessoal de um relatório e sempre que esse senhor nomeie o post é sinal de que descobri alguma coisa interessante. E vamos ao primeiro fato:

Descobri da maneira mais inusitada um trauma que foi transmitido por 3 gerações. A presença de casa de tolerância na família perturbou inicialmente a avó desta pessoa que estudo, 2 irmãs carregaram a tal fama. A vergonha das filhas foi transmitida à outra filha, que por sua vez foi transmitida à geração seguinte (pessoa em estudo).

A família dessa pessoa, se dedica então a ter comportamentos dignos de não carregar o nome dos parentes indignos. Aquela idéia que eu já tinha que quando a pessoa mais próxima à mim tem um determinado comportamento, eu tenho a tendência de fazer o contrário. Creio que por acreditar que alguns efeitos do comportamento dessa pessoa não corresponde com meu desejo de vida feliz, daí passo a agir de maneira inversa.

Enfim, beatismo foi passado em 3 gerações, chegando finalmente a Lucíola. É interessante de observar que essa pessoa tem a consciência do sexo de maneira nojenta, como se fosse errado o prazer pessoal. A idéia de sexo lhe foi implantada como pecado horrendo!

Muito interessante perceber isso hoje. Daqui a um tempo pesquisarei mais sobre os estudos de Freud, quem sabe ele não explica melhor um monte de coisas sobre Lucíola? Ou, não!

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